Não importa o quanto eu os apresentem Dona Liberdade, eles costumam agir de formas desiguais, mas com o mesmo teor de crueldade, e quem sou eu para julgar o amor?Este amor com ausência de divindade.
Que sofre com a esperança de cheiros incomuns.
Degetando na mesma condição daqueles que convivem com o medo, e a supremacia de ego.
Mas, por enquanto este “amor” ainda luze, este que não cobra ou julga, apenas sente, vive, desperta, envolve, alegra, aquece tudo o quanto desejo bem!
E isto basta.
Yomã





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