[...] Estou numa ilha sem fronteiras, obrigada a atender gente com
dificuldade de conexão; logo eu, que me encontro em total desconexão com
o mundo!
O mundo deveria está à frente do que eu poderia ter sido , mas consequentemente não quis.
E, o que eu quero é profundidade.
Qualquer espaço parecido com o vazio,
Qualquer força que movimente esse vazio,
Qualquer matéria que alimente o meu vazio,
Qualquer presente mais suave, mas não no sentido de tempo; que me faça
vivenciar o que de fato é o vazio, porque eu deveria ter sapiência, mas
até então a ignorância me traduz.
Yomã.





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